domingo, 3 de agosto de 2014

Considerações sobre o dilúvio



As ilações do Criacionismo Científico acerca do grande dilúvio bíblico trazem surpresas e coerências. 

A probabilidade dos dinossauros terem sido fossilizados pelas águas subterrâneas fortemente ejetadas por entre rochas (potentes gêiseres) e pelas chuvas torrenciais, e de que algumas espécies embarcaram como filhotes na arca de Noé, deslocam a tese evolucionista.

Ressalve-se que Eva fora clonada da costela de Adão, após sono profundo anestésico (Gn 2:21-23) porque a procriação fazia parte da estratégia original da criação ("sede fecundos" - Gn 1:28). Como resquício da queda pela desobediência (a questão ontológica do bem e do mal), houve alteração no código genético da longevidade humana (Gn 6:3). 

Antes do dilúvio, segundo a corrente científica em foco, o continente era uno: a Pangeia. 

A estatística populacional era imprecisa, mas o planeta seria densamente povoado.  

De acordo com as pesquisas, os continentes surgiram no pós-dilúvio, com as secções tectônicas impulsionadas pelos influxos pluviais submarinos. 

Noé colocou filhotes na arca, alimentou-os com feno. Os bichos teriam ficado em estado de hibernação ou letargia por 13 meses.

Pelo menos duas testemunhas oculares históricas relataram ter vislumbrado escombros da arca no Monte Ararat, na Turquia, cuja altitude é além de cinco mil metros. Ambas passaram pelo teste do polígrafo: não estavam mentindo. 

Os canais a cabo sempre reprisam essas expedições arqueológicas.

Consta que exploradores encontraram estrutura amadeirada com compartimentos e jaulas.





Testes com carbono 14 indicaram ter aproximadamente 4.800 anos.

A literatura universal retrata a ocorrência do dilúvio, em diferentes versões. 

O peixe celacanto, considerado extinto através de registros fósseis pré-históricos, ressurgiu como táxon Lazarus em 1938 no litoral sul-africano e nas Comores.

O dino Mokele-mbembe teria sido avistado e fotografado no Congo no século passado.